17 de março de 2011
MC LANÇA PLANO NACIONAL DE OUTORGAS PARA RÁDIOS COMUNITÀRIAS
15 de março de 2011
RÁDIO COMUNITÁRIA PROIBIDA DE TOCAR MÚSICA

Fato inusitado ocorre na cidade de Sapé, na região do agreste da Paraíba, onde a Rádio Comunitária Sapé FM foi proibida de executar músicas em sua programação devido a uma ação judicial do ECAD. Depois de quase três anos sem tocar música, a rádio voltou à sua programação normal no dia de hoje, 14 de março, também por força de liminar.
As rádios comunitárias são obrigadas a pagar o ECAD, mas, quando pagam por tocar um artista local, este jamais recebe pois o montante arrecadado vai, dentre outros destinos, para os detentores dos direitos das 600 músicas mais tocadas. Esse modelo em curso até aqui, privilegia aqueles que fazem uso da prática ilegal do jabá.
A prática mais vergonhosa da indústria fonográfica é o jabá. Além de ser desleal, cria graves distorções para o pleno desenvolvimento da diversidade cultural de que nosso país é rico. Mediante o jabá, quem paga pode e acontece, quem não paga está fora e definha economicamente. O atual sistema de arrecadação e repasse, somado com o monopólio da comunicação em muitos casos vigentes no Brasil, cria e torna comum essa prática. Muitos comunicadores defendem a criminalização do jabá e a criação do Instituto Brasileiro do Direito Autoral (IBDA), com permanente conselho gestor eleito diretamente pela sociedade para ajudar no combate a essa prática, na medida em que criará um mecanismo regulador que equilibrará a correlação de forças nessa área de extrema importância social.
Na rádio comunitária de Sapé, o próprio diretor-presidente, Mestre Camilo de Lélis (foto), não podia tocar seu CD de músicas de raiz, ele que é palhaço de pastoril e compositor. “Agora eu posso programar minhas musiquinhas, pois tiraram nossa mordaça”, comemora Mestre Camilo.
11 de março de 2011
ABRAÇO NACIONAL NOTÍCIAS
Cursos de radialismo comunitário nos IFET
Redação Abraço
Membros da Coordenação Executiva da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária – Abraço Nacional estiveram em audiência na SETEC – Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, órgão pertencente MEC, ao qual os IFET – Instituto Federal de Educação Tecnológica, antiga Escola Técnica Federal estão vinculados. A Audiência se deu na própria Secretaria, na Esplanada [continua...]
Abraço se reúne na Setec-Mec para tratar da criação de
cursos para radialistas comunitários
No dia primeiro de março, o Secretario Eliezer Pacheco, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do MEC e o Reitor Alécio, do IFET de Planaltina-DF receberam José Sóter e José Moreira da Silva, membros da Executiva Nacional da Abraço para tratar da criação de cursos de capacitação e de formação profissional nas grades [continua...]
História: matéria veiculada no fax-Fórum nº 42, de 06/08/96, às vésperas da criação da Abraço
Em 1996, a movimentação no congresso Nacional era intensa em torno da proposta de regulamentação do Serviço de Radiodifusão Comunitária. O Movimento estava mobilizando em todo o pais para a discussão e atuando dentro do Congresso para conseguir uma Lei que contemplasse as necessidades da democratização da comunicaçaõ e cumprisse o artigo 223 da Constituição. [continua...]
ONU Mulheres celebrou dia 24/2 a sua inauguração como entidade poderosa e impulsora da igualdade de gênero
Nova York, 24 de fevereiro de 2011 – A ONU celebra, no Salão da Assembleia Geral, a inauguração histórica da sua mais nova organização: a ONU Mulheres. Uma noite que teve a participação de importantes personalidades do mundo político, do entretenimento, dos negócios e da mídia, além da música e do cinema.
ONU Mulheres, conhecida [continua...]
13 anos de lutas e superações
22/02/2011
Ismar Capistrano – Observatório da Imprensa
A lei da radiodifusão comunitária completou 13 anos em 19 de fevereiro de 2011, num momento em que as emissoras fortalecem sua organização em torno de entidades estaduais e nacional. A luta pelo acesso a canais radiofônicos tem, no entanto, uma história bem mais longa no Brasil. Começa, nas [continua...]
7 de março de 2011
CARNAVAL 2011


21 de fevereiro de 2011
MC PROPÕE PLANO INÉDITO DE OUTORGAS PARA RÁDIOS COMUNITÁRIAS

Segundo o secretário, em 13 municípios do Brasil nunca foram lançados avisos de habilitação para o serviço de radiodifusão comunitária. Embora pareça pouco no total de 5.565 municípios, “não é razoável que isso aconteça”, declarou.
No país, atualmente há autorização para funcionamento de 4.200 emissoras de rádios comunitárias. O objetivo do governo é que todos os 5.565 municípios tenham pelo menos uma emissora. Para seguir essa diretriz apontada pela presidenta Dilma Rousseff, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, está promovendo algumas mudanças na estrutura do ministério, como a criação de uma coordenação-geral de radiodifusão comunitária dentro da Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica. A proposta de mudança já foi encaminhada e aguarda aprovação da Presidência da República.
Genildo Albuquerque esclareceu que o Plano foi elaborado a partir dos resultados obtidos com uma pesquisa inédita realizada pelo Ministério que resultou no mapeamento da distribuição das rádios comunitárias pelo país e identificou os principais obstáculos na outorga de novas.
O secretário lembrou que a Lei de Radiodifusão Comunitária (nº 9.612/98) completou 13 anos no sábado, 19 de fevereiro e este “é um bom momento para comemorarmos com o lançamento de um Plano que irá racionalizar e melhorar o processo de outorga de rádios comunitárias”, destacou.
A principal ação do Plano Nacional de Outorgas para alcançar essa cobertura é divulgar com antecedência um calendário com as datas dos futuros avisos de habilitação e as localidades que serão contempladas em cada um deles. Segundo o Assessor Especial da Secretaria Executiva, Octavio Pieranti, a idéia é que os interessados em operar o serviço possam se planejar, deixando toda a documentação necessária organizada. Isso evitaria atrasos e a necessidade de prorrogar os prazos dos avisos, o que acaba prejudicando a análise dos processos. O ministério ainda estuda se a periodicidade do calendário será anual ou semestral.
As manifestações de interesse na prestação do serviço continuarão a ser observadas. Além disso, serão observados critérios como a existência de canal do Plano Básico e a população da localidade. “As cidades serão definidas para atender de forma democrática todas as regiões, avançando na universalização do serviço de forma similar em todo o país”, afirma Octavio Pieranti.
Outras ações
Além da preocupação em agilizar e universalizar o serviço de radiodifusão comunitária, a Secretaria também outras ações para fortalecer o setor. Uma das propostas é fomentar o desenvolvimento de um software livre, disponível gratuitamente para download, para a gestão das emissoras de radiodifusão comunitária. A ferramenta traria facilidade tanto na parte administrativa quanto na organização da programação.
Além disso, o MiniCom vai promover ciclos de palestras, oficinas e cursos visando a capacitação dos radiodifusores comunitários, em parceria com emissoras públicas e outras entidades. Outra proposta, ainda em estudo, é disponibilizar gratuitamente um acervo de programação diferenciada e de qualidade para rádios comunitárias, por meio da articulação de iniciativas de diversos órgãos públicos que produzem esse tipo de conteúdo.
Octavio Pieranti ressalta que o Plano Nacional de Outorgas não necessitará de um novo marco legal para começar a ser implementado, pois trata apenas de políticas para agilizar e universalizar o serviço.
FONTE: www.mc.gov.br
Assessoria de Imprensa
14 de fevereiro de 2011
HABILITAÇÃO PARA RÁDIOS COMUNITÁRIAS VAI ATÉ DIA 23 DE FEVEREIRO

